sábado, 28 de junho de 2008

Virtual ou real?

Depois que o adr. disse inesperadamente "será que um dia vou te ver?" veio aquela dúvida incessante: será que um dia chegaria a ver ele?, podendo ser de longe, ou de preferência muito de perto. Será que um dia gravarei no cérebro o cheiro que ele tem? Ou o gosto de estar perto do amigo querido que não conheço?
Fiquei imaginando como seriam as mãos dele e como a boca se mexe quando ele fala. Queria ver o sorriso dele... essa maldita distância e a falta de dinheiro fazem da gente o que somos e não queremos admitir: meros pontinhos no espaço gigantesco que nos ronda.
Também tenho vontade de atravessar as américas e ir de encontro com o Norton babexuq. Ah! Que esse menino merece um abraço bem apertado com direito ao fechar dos olhos. É uma sensação estranha sentir saudades de duas pessoas que nem tenho certeza de como são! Acho que são pedaços de minh'alma que se separou antes de eu nascer.
Pelo menos o Lui vem cobrir a distância que nos cerca pra um fim de semana gelado no interior!

3 comentários:

Louie Louie disse...

Se eu tivesse como, carregava todos os teus queridos junto comigo.

Luisa disse...

Ai, Cristal, eu já tive a oportunidade de conhecer um amigo "virtual". Já conhecia ele há anos e até hoje o considero um irmão mais velho. Eu consegui fazer uma surpresa pela primeira vez na vida e não contei que ia pra cidade dele. Lá, liguei e disse que tava lá.
Mas eu não vou contar a história da minha vida, pode ter certeza de que tu vais conhecer esses amigos um dia.

E sobre o vestibular, vou prestar pra jornalismo na UFSC. Depois que eu comentei no teu blog, descobri que tu és daí de Santa Catarina. Fiquei surpresa porque sempre quis conhecer alguém daí.
E tu vais prestar pra qual curso?

beeijos

Luisa disse...

Mas não somos bem concorrentes, né? Acabei de ver que vc não mora em Florianópolis e, bem, eu vou morar lá (se eu passar, claro).
Ou vc vai morar em Floripa também?

E eu penso em fazer história na udesc, mas isso é num futuro mais distante porque vou chegar numa cidade onde nunca fui na vida, né! Socorro.