sábado, 11 de julho de 2009

kafkiando

Forjei. Fingi ser. No momento estou intrínseca. A chuva vem lavando meu bom-humor, minha vontade de fotografar e respirar. Chá com café, bolo com chocolate, leite quente, e gotas de açúcar. Balbúcias iminentes com a certeza da dúvida.
Que se sou já não sou mas apenas me torno o que restou. Universalmente, quente, sinto falta dos barulhos "plac plac" dos quadrados das letras, mas o pulso dói e essa é a certeza de que as palavras hão de se encaixar. Dores no pé direito, dores no joelho esquerdo, dores no queixo e dores de cabeça. Não forjei dores, mas quereria tê-lo feito.

Isso tudo.
Isso não é tudo.
Perd...

Um comentário:

Lui Barbosa Almeida disse...

Chá é lindo, mas tou convencido de que é ruim. Tirando chá matte, preto, verde e de morango. Talvez seja bom. Não sempre se forja dor, mas sempre se permite a instalação - seja por fraqueza ou carência - e principalmente a permanência e manutenção.